5.
Para aqueles que são amantes da natureza...
Newton de Castro
quarta-feira, 20 de março de 2024
sábado, 27 de março de 2021
Membranas Celulares: Transportes através das membranas
1. Fazer a leitura do texto:
sábado, 6 de março de 2021
Roteiro de Aula Prática 02
1. Introdução: Observação de células animais e vegetais
Em 1660, o microscopista italiano Marcello Malpighi observou, pela primeira vez, os vasos capilares sanguíneos presentes na cauda de peixes. Em 1663, o cientista inglês Robert Hooke dedicou-se à observação da estrutura da cortiça, mas foi somente no século XIX a teoria celular foi estabelecida. Em 1838-39, Matthias Jakob Schleiden (1804-1881) - botânico alemão - e Theodor Schwann (1810-1882) - naturalista alemão – estabeleceram a célula como a menor unidade morfofisiológica dos seres vivos, ou seja, a célula é a unidade básica da vida, além de generalizações importantíssimas como: 1- todos os seres vivos são formados por células, exceto os vírus; 2- todas as reações metabólicas ocorrem ao nível celular; 3- as células são portadoras de material genético; 4- toda célula origina-se de outra pré-existente. Em uma célula vegetal, além da membrana plasmática, encontra-se a parede celular. Essa é constituída basicamente por celulose, é espessa, resistente, dá sustentação e proteção mecânica à célula. O vacúolo é uma estrutura que pode ocupar até 95% do volume de uma célula madura, é revestido por uma membrana lipoprotéica (tonoplasto) que tem a função de armazenar água e outras substâncias, participa do controle das trocas de água entre a célula e o meio extracelular sendo responsável pela pressão osmótica da célula. Outra característica da célula vegetal é a presença de plasto, sendo que os cloroplastos têm um papel fisiológico mais expressivo. Neles estão localizados pigmentos, enzimas e coenzimas responsáveis pela formação dos compostos orgânicos durante a fotossíntese. Os cloroplastos, em algumas células, evidenciam o movimento do hialoplasma, a ciclose.
2. Objetivo:
Diferenciar célula animal da célula vegetal.
Assista os vídeos:
Imagens de células animal e vegetal
sábado, 27 de fevereiro de 2021
Roteiro de Aula Prática nº. 01
1. Introdução: Descrição do microscópio fotônico
A palavra microscópio é de origem grega (micros =pequeno, scopein =observar, olhar com atenção). É um instrumento óptico que amplia a imagem de um pequeno objeto utilizando um sistema de lentes e fontes de iluminação. Todo microscópio é composto de partes mecânicas e partes ópticas, que juntas nos permitem a observação detalhada de materiais em estudo.
1.1. Partes
mecânicas:
· Base ou pé: é o suporte do microscópio, peça que sustenta todas as outras partes
do aparelho.
· Braço ou coluna: peça que liga o pé à parte superior do
microscópio.
· Mesa ou platina: peça de apoio da lâmina contendo o
material para estudo, no centro da mesa existe um orifício para a passagem da
luz.
· Charriot: peça ligada à platina que permite movimentar a lâmina no plano
horizontal da esquerda para a direita e vice-versa, e de trás para frente e
vice-versa.
· Parafuso macrométrico: localiza-se em ambos os lados do braço,
serve para ajustar o foco grosseiramente através de avanço ou recuo da mesa em
relação à objetiva.
· Parafuso micrométrico: ajusta o foco finamente através de
pequenos avanços ou recuos da mesa.
· Canhão: parte superior do microscópio constituída por um tubo contendo um
prisma. Sustenta lentes objetivas e oculares, e serve para focalização do
material.
· Revolver: peça onde se encaixam as lentes objetivas. É composto por um disco de
ranhuras que permite a mudança das objetivas.
1.2. Partes
ópticas:
· Condensador: conjunto de lentes situado abaixo da
platina que concentra a luz e fornece iluminação uniforme à preparação
biológica.
· Botão do condensador: permite a movimentação do condensador.
· Diafragma: regula a intensidade de luz que atinge a preparação através de uma
alavanca para sua abertura ou fechamento.
· Objetivas: conjunto de 4 ou mais lentes superpostas que proporcionam aumentos
diferentes para observação do material. O valor do aumento está gravado na
objetiva.
· Oculares: possui 2 lentes convergentes que ampliam e corrigem os defeitos da imagem. O valor do aumento proporcionado está gravado na ocular.
1.3. Os
dez mandamentos do microscópio e os passos para a focalização:
Para você aproveitar todos os
recursos do microscópio, deve antes se familiarizar com o aparelho e conhecer o
seu funcionamento, as suas limitações e as suas finalidades.
A principal finalidade do
microscópio é permitir a observação de pontos situados tão próximos um do outro
que o olho desarmado não os distingue isoladamente; note que o aumento é uma
característica secundária, pois, se o aparelho não tiver capacidade de separar
pontos próximos (resolução), de nada adiantará promover aumentos maiores, pois
só obteremos manchas ampliadas.
O microscópio óptico é um
instrumento de precisão extremamente útil nas mãos de um microscopista hábil,
mas necessita de alguns cuidados:
I. O microscópio deve ser
tratado com o máximo cuidado;
II. Transporte o microscópio
com as duas mãos, segurando-o pela base e pelo braço;
III. Após o uso, o microscópio
deve ser guardado em lugar apropriado, seco e sem pó;
IV. O primeiro passo para a observação consiste em providenciar a
melhor iluminação possível sobre o objeto a ser examinado. Para isso abra
totalmente o diafragma e suba o condensador ao máximo; coloque a objetiva
pequena em linha de focalização, retire a ocular e, se tiver espelho,
movimente-o até obter uma iluminação uniforme de todo o campo;
V. Coloque a lâmina sobre a
platina do microscópio e faça o ajuste da dioptria;
VI. Sempre conserve a objetiva
pequena em linha de focalização, aproxime-a ao máximo até a lâmina, usando para
isso o parafuso macrométrico; sempre olhe para fora para impedir que a objetiva
encoste-se à lâmina;
VII. Aplique o olho à ocular
e, usando o parafuso macrométrico, afaste a objetiva até ver o objeto em foco;
VIII. Focalize mais
delicadamente como o parafuso micrométrico;
IX. Se forem necessários
aumentos maiores movimente o revólver colocando as objetivas de maior poder em
linha de focalização; bastará um pequeno ajuste do foco com o parafuso micrométrico para que a
preparação fique nítida.
X. Ao terminar, abaixe a luz e
em seguida desligue-a, abaixe a mesa e retorne para a objetiva de menor
alcance. Retire o plug da tomada e cubra o aparelho com a capa.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Núcleo interfásico e a divisão celular

Anáfase - Ou fase de cima. Dois lotes idênticos de cromátides irmãs, agora como novos cromossomos, afastam-se e migram para os pólos, puxados pelos respectivos centrômeros, devido ao encurtamento das fibras do fuso.
Telófase - Ou fase do fim. Os dois cromossomos aproximam-se dos pólos e se agregam. Ocorre o inverso à Prófase: os cromossomos descondensam-se (tornando-se invisíveis); os nucléolos reaparecem; duas novas cariotecas são reconstituídas a partir das vesículas do retículo endoplasmático. Terminadas a divisão do núcleo (cariocinese), desaparecem as fibras de fuso, ocorre a distribuição dos organóides e a divisão do citoplasma (citocinese), que isola as duas células filhas. Essas células entram em interfase e se preparam para uma nova divisão. Referências:
CURTIS, H. Biologia Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.
DE ROBERTIS, E.D.P e DE ROBERTIS JR. E.M.F. Bases da Biologia Celular e Molecular. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
JUNQUEIRA, L.C Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
ALBERTS, B.; BRAY D.; LEWIS, J .; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WATSON, J.D. Biologia Molecular da Célula. 3º ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
Citosol e Organelas microtubulares
3. Centríolos: Responsáveis pela divisão celular são estruturas cilíndricas, geralmente encontradas aos pares. Dão origem a cílios e flagelos (menos os das bactérias), estando também relacionados com a reprodução celular - formando o fuso acromático que é observado durante a divisão celular. Apresenta-se em formação de 9 jogos de 3 microtúbulos dispostos em círculo, formando uma espécie de cilindro oco.
Referências:
CURTIS, H. Biologia Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.
ALBERTS, B.; BRAY D.; LEWIS, J .; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WATSON, J.D. Biologia Molecular da Célula. 3º ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
domingo, 5 de junho de 2016
Organelas relacionadas ao metabolismo energético
Algumas evidencias que reforçam a teoria da endossimbiose:
- As mitocôndrias e os cloroplastos são organelas com dupla membrana envolta, o que ocorre com as bactérias e as cianobactérias.
- Na membrana interna das bactérias encontram-se as enzimas respiratórias (nos mesossomos), à semelhança do que ocorre com as mitocôndrias (as enzimas respiratórias localizam-se nas cristas mitocondriais);
- Mitocôndrias e cloroplastos possuem DNA circular, sem histonas (tal como ocorre com os procariotos) e capacidade de autoduplicação;
- Os ribossomos das mitocôndrias e dos cloroplastos são muito semelhantes aos dos procariotos;
- Mitocôndrias e cloroplastos são capazes de produzir parte de suas proteínas (enzimas), independentemente do material genético nuclear.
EQUAÇÃO GERAL DA RESPIRAÇÃO CELULAR
C6H12O6 + O2 → 6 CO2 + 6 H2O + energia




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