Para aqueles que são amantes da natureza...

"Este cerrado é um pouco como o nosso povo brasileiro. Frágil e forte. As árvores tortas, às vezes raquíticas, guardam fortalezas desconhecidas. Suas raízes vão procurar nas profundezas do solo a sua sobrevivência, resistindo ao fogo, à seca e ao próprio homem. E ainda, como nosso povo, encontra forças para seguir em frente apesar de tudo e até por causa de tudo"

Newton de Castro


quinta-feira, 21 de abril de 2022

Exercícios sobre Estresse

 1. Assistir os vídeos:


2. Responda as questões propostas: 
a. De acordo com Levit e seus colaboradores o que identifica uma planta xerófita?
b. Complete o quadro abaixo
Tipo de estresse
Alterações (Como a planta é afetada)
Adaptações (como a planta resolve o problema)
Estresse hídrico


Estresse por temperaturas altas


Estresse por temperaturas baixas


Estresse por oxigênio


Estresse por salinidade


Filo Platyhelminthes

 Platyhelminthes


1. Fazer a leitura do texto do link:

http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-transmitidas-por-agua-e-alimentos/doc/parasitas/taenia_solium.pdf

https://portal.fiocruz.br/noticia/vacina-inedita-contra-esquistossomose-fiocruz-anuncia-nova-fase-de-estudos

2. Assistir os vídeos:

Platyhelminthes de vida livre
Platyhelminthes Parasitas


3. Responder a questões propostas:

a. Descreva as características gerais do filo Platyhelminthes.
b. No ciclo evolutivo da Taenia sp. quando o homem terá o verme adulto e quando terá cisticercose?
c. Na esquistossomose, descreva como ocorre a infestação, como é o tratamento e a profilaxia.

Exercícios sobre Meristemas: localização e classificação

 1. Assistir os vídeos: 


2. Responder as questões propostas:
a. Defina meristema.
b. Onde se localizam os meristemas de origem primária e qual a função de cada um?
c. Qual é o meristema secundário, onde está localizado e quando entra em atividade? 
d. O que deverá substituir o procâmbio, a protoderme e o meristema fundamental?
e. Qual é a região da raiz que cresce? Que tipo de meristema está presente?

quarta-feira, 23 de março de 2022

Rosalind Franklin: a mãe do DNA

Se você aprendeu na escola que o modelo de DNA teria sido proposto por James Watson e Francis Crick, saiba que a história não foi bem assim...
Pioneira nas pesquisas de biologia molecular, a biofísica britânica Rosalind Franklin ficou conhecida no meio científico por seu trabalho sobre a difração dos raios-x, além de ter descoberto o formato helicoidal do DNA e ganhar o título póstumo de “mãe do DNA”.
Por ser, talvez, umas das mulheres mais injustiçadas da ciência moderna, o reconhecimento de Rosalind foi impedido pelo seu chefe, o biólogo molecular Maurice Wilkins, nos anos 1950. Wilkins não a aceitava como autora da descoberta do formato helicoidal do DNA e chegou a ofender Rosalind em diversas cartas que trocou com outros cientistas da mesma área de atuação.

Estudos importantes em um curto período de vida

Nascida em Londres em 1920, Rosalind Franklin se destacou nas aulas de ciências desde muito nova, tendo estudado em uma das poucas escolas para garotas que ensinavam física e química na sua época. Decidiu que queria ser cientista aos 15 anos, contrariando a vontade de seus pais, que não viam futuro para ela nessa área dominada por homens e gostariam que sua filha estudasse serviço social. Em 1939, entrou no Newham College, que faz parte da universidade de Cambridge, graduando-se em físico-química em 1941. No ano seguinte, Rosalind tornou-se pesquisadora, analisando a estrutura física de materiais carbonizados usando raios-x.
Já trabalhando na British Coal Utilization Research Association, desenvolveu estudos que se tornaram fundamentais sobre as microestruturas do carbono e do grafite – assuntos que foram a base de seu doutorado em físico-química em Cambridge, em 1945. Entre 1947 e 1950, Franklin trabalhou no Laboratoire Central des Services Chimiques de L’Etat, em Paris, onde usou a técnica da difração dos raios-x para analisar materiais cristalinos.
No ano seguinte, acabou voltando para a Inglaterra, onde se juntou à equipe de biofísicos do King’s College Medical Research Council no laboratório de biofísica de Maurice Wilkins. Lá, a cientista começou a aplicar seus estudos com difração do raio-x para determinar a estrutura da molécula do DNA. Suas observações e anotações permitiram aos bioquímicos James Dewey Watson e Francis Crick, juntamente de seu chefe Wilkins, confirmar a dupla estrutura da molécula do DNA, o que rendeu ao trio o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1962.
Exatamente: Rosalind conduziu o estudo que permitiu a observação do formato helicoidal do DNA, mas seu nome não levou os créditos pela descoberta. Por isso, a cientista é tida como uma das mulheres mais injustiçadas da ciência moderna e, nessa época, foi vítima de ofensas diversas por parte de Wilkins, que chegou a chamá-la de bruxa e conspirar contra a cientista junto a outros profissionais da área. 
Então, em 1953, a cientista acabou se mudando para o laboratório de cristalografia J.D Bernal, do Birkbeck College, em Londres. Lá, Rosalind deu continuidade a seu trabalho sobre a estrutura mosaical do vírus do tabaco e, quando começou a pesquisar sobre o vírus da poliomielite em 1956, descobriu que estava com câncer no ovário.
Seu último trabalho foi publicado em 1958, sobre as estruturas do carvão, e Rosalind Franklin acabou morrendo jovem, aos 37 anos, por conta do câncer descoberto tardiamente. A polêmica briga entre Rosalind e Wilkins
Nos anos 1950, as mulheres ainda eram extremamente desvalorizadas na academia. Em muitas universidades, por exemplo, apenas homens tinham permissão para utilizar os restaurantes do campus, e diversos estabelecimentos não permitiam a entrada de mulheres, sobrando a elas os espaços exclusivamente femininos (que não costumavam ser exatamente científicos).
Nesse contexto surge a tensão entre Rosalind e Wilkins por conta da autoria da descoberta da estrutura dupla do DNA. Em cartas reveladas nos anos recentes, trocadas por Crick e Watson com Wilkins, os cientistas a chamavam de “bruxa” e conspiravam contra a presença dela no laboratório. “Espero que a fumaça de bruxaria saia logo das nossas vistas”, escreveu Wilk em uma carta enviada a Francis Crick em 1953.
Dois grupos competiam para mostrar como era exatamente a construção do DNA: de um lado, Wilkins, chefe do laboratório onde Rosalind trabalhava; do outro, Crick e Watson, em Cambridge. Apesar da rivalidade entre os dois grupos para ver de quem seria a primeira descoberta, eles acabaram se unindo contra Rosalind, que foi autora da “fotografia 51” – imagem com ótima definição do DNA obtida pela cientista, sendo o melhor registro fotográfico da estrutura já obtido até então. No entanto, a cientista observou as imagens por nove meses, mas não teve o insight de perceber que a estrutura se tratava de uma dupla hélice.
Intrigado, um aluno de Franklin levou (sem o consentimento da cientista) a tal fotografia para Wilkins, com o intuito do chefe do laboratório dar alguma observação interessante. Wilkins então se apossou da imagem, compartilhando-a com seus colegas de Cambridge. Foi então que Crick e Watson tiveram o insight que Rosalind não teve e, em 1953, publicaram na renomada revista Nature um artigo com a proposta da estrutura, que é aceita até os dias de hoje. Rosalind Franklin não foi citada no documento, e seu nome foi totalmente deixado de fora da descoberta.




A "fotografia 51", de autoria de Franklin, que foi o melhor registro fotográfico do DNA feito até então (Imagem: Domínio Público)




Reconhecimento póstumo

Quando morreu, em 1958, a cientista não tinha obtido o justo reconhecimento pelo seu trabalho, que foi essencial para as conclusões do trio ganhador do prêmio Nobel. A cientista não ganharia a premiação, de qualquer forma, pois não há Nobel póstumo.
Contudo, as cartas trocadas pelo trio mostram que eles tinham plena consciência de que não teriam conseguido essa façanha profissional sem o trabalho de Rosalind. Somente a partir dos anos 1960 que ela passou a ser reconhecida pela comunidade científica como autora das imagens que permitiram a observação da dupla hélice e, no ano 2000, o próprio Watson acabou citando o nome de Franklin como tendo papel fundamental para sua descoberta. Segundo ele, a cientista só não soube interpretar seus próprios dados, e Rosalind Franklin acabou ficando conhecida como a “dama sombria” da descoberta da dupla hélice do DNA. Contudo, Watson, mesmo idoso, não deixa de se envolver em novas polêmicas: recentemente ele declarou que negros são menos inteligentes do que brancos e que seria uma ótima ideia usar a genética para deixar todas as mulheres mais bonitas.

Rosalind Franklin
Em 2013, o Google homenageou Rosalind Franklin e seu trabalho no Doodle, que mostrou uma imagem da cientista junto com elementos que fazem referência a seu relevante trabalho (Imagem: Reprodução/Google)

Assista o documentário:




Fonte: https://canaltech.com.br/internet/mulheres-historicas-rosalind-franklin-a-injusticada-mae-do-dna-78101/

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Lignina


A palavra lignina vem do latim lignum, que significa madeira. Trata-se de um dos principais componentes dos tecidos de gimnospermas e angiospermas, ocorrendo em vegetais e tecidos vasculares. Sabe-se que a lignina tem um importante papel no transporte de água, nutrientes e metabólitos, sendo responsável pela resistência mecânica de vegetais, além de proteger os tecidos contra o ataque de microrganismos. Fungos, liquens algas e vegetais inferiores (Briófitas) não são lignificados (FENGEL & WEGENER, 1984). 

Em estudos realizados há aproximadamente 150 anos, foi possível verificar o interesse científico e econômico sobre a lignina, concluindo-se que a lignina é uma substância amorfa, de natureza aromática e muito complexa, e faz parte da parede celular e da lamela média dos vegetais. Apesar de todos os estudos realizados até hoje sobre lignina, muitos pontos, relativos principalmente à sua estrutura, permanecem em dúvida. Isto decorre da grande diversidade da estrutura das ligninas quando se passa de uma espécie vegetal para outra ou, até mesmo, dentro da mesma espécie, quando são analisadas partes diferentes do vegetal. Pode-se observar em eucaliptos cultivados na Europa ou no Brasil diferenças na constituição de suas ligninas, devidas, principalmente, às diferentes condições de solo e de clima. 

A lignina é um polímero de constituição difícil de ser estabelecida, por causa não somente da complexidade de sua formação, baseada em unidades fenilpropanóides interligadas por diferentes tipos de ligações, como também porque sofre modificações estruturais durante seu isolamento das paredes celulares (MORAIS 1987, 1992). 

Trabalho completo pode ser lido em: 

LIGNINAS – MÉTODOS DE OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA

Outros trabalhos:

1. Notas de aula: Química da madeira - lignina

2. Boletim de pesquisa e desenvolvimento - Embrapa Cerrados: definição e caracterização da lignina na p. 8.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Inquilinos

 Luís Fernando Veríssimo

Ninguém é responsável pelo funcionamento do mundo. Nenhum de nós precisa acordar cedo para acender as caldeiras e checar se a Terra está girando em torno do seu próprio eixo na velocidade apropriada, e em torno do Sol de modo a garantir a correta sucessão das estações. Como num prédio bem administrado, os serviços básicos do planeta são providenciados sem que se enxergue o síndico – e sem taxa de administração. Imagine se coubesse à humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à improvisação, manter a Terra na sua órbita e nos seus horários, ou se – coroando o mais delirante dos sonhos liberais – sua gerência fosse entregue a uma empresa privada, com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou alongar dias e noites e até mudar de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a decisões catastróficas, fraudes e falência.

É verdade que, mesmo sob o atual regime impessoal, o mundo apresenta falhas na distribuição dos seus benefícios, favorecendo alguns andares do prédio metafórico e martirizando outros, tudo devido ao que só pode ser chamado de incompetência administrativa. Mas a responsabilidade não é nossa. A infra-estrutura já estava pronta quando nós chegamos. Apesar de tentativas como a construção de grandes obras que afetam o clima e redistribuem as águas, há pouco que podemos fazer para alterar as regras do seu funcionamento.

Podemos, isto sim, é colaborar na manutenção da Terra. Todos os argumentos conservacionistas e ambientalistas teriam mais força se conseguissem nos convencer de que somos inquilinos no mundo. E que temos as mesmas obrigações de qualquer inquilino, inclusive a de prestar contas por cada arranhão no fim do contrato. A escatologia cristã deveria substituir o Salvador que virá pela segunda vez para nos julgar por um Proprietário que chegará para retomar seu imóvel. E o Juízo Final, por um cuidadoso inventário em que todos os estragos que fizemos no mundo seriam contabilizados e cobrados.

– Cadê a floresta que estava aqui? – perguntaria o Proprietário. – Valia uma fortuna.

E:

– Este rio não está como eu deixei…

E, depois de uma contagem minuciosa:

– Estão faltando cento e dezessete espécies.

A Humanidade poderia tentar negociar. Apontar as benfeitorias – monumentos, parques, áreas férteis onde outrora existiam desertos – para compensar a devastação. O Proprietário não se impressionaria.

– Para o que eu quero o Taj Mahal? Sete Quedas era muito mais bonita.

– E a catedral de Chartres? Fomos nós que construímos. Aumentou o valor do terreno em…

– Fiquem com todas as suas catedrais, represas, cidades e shoppings. Quero o mundo como eu o entreguei.

Não precisamos de uma mentalidade ecológica. Precisamos de uma mentalidade de locadores. E do terror da indenização.

*************

FONTE : Luís Fernando Verissimo (Jornal A Gazeta – 07/12/07)(Blog EcoConsciência)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Plano de Ensino da disciplina: Organografia e sistemátiva vegetal - 2º período de Agronomia - 2023-1

Final do primeiro bimestre: 01/04/2023

Final do segundo bimestre: 17/06/2023

 Avaliação:

 A composição da nota será a partir de atividades ao final de cada aula. As participações vão   representar 30% da nota (presença + entrega de atividades) e os outros 70% será uma avaliação (atividade escrita ou seminário) para o fechamento de cada bimestre.

Sendo para cada bimestre:

30% participação + atividades (em sala e via classroom)

70% Prova ou seminário

Para a entrega das atividades poderá ser utilizado o aplicativo Classroom. Material de estudo será compartilhado em http://katyabotanica.blogspot.com/ e Classroom.

Mês

Dia

Cronograma do Conteúdo Programático

Aulas

Janeiro

Segunda – feira 30

Aula 1 - Apresentação da ementa, plano de curso e referências

02

 

Mês

Dia

Cronograma do Conteúdo Programático

Aulas

Fevereiro

Quarta – feira 01

Aula 2 -  Introdução à Botânica e organografia

02

Segunda-feira 06

Aula 3 - - Classificação geral do reino Plantae

02

Quarta – feira 08

Aula 4- Espermatófitas: organização geral

02

Segunda-feira 13

Aula 5- Flor: Importância, caracteres gerais, partes constituintes, nomenclatura floral   

02

Quarta – feira 15

Aula 6- Flor: Importância, caracteres gerais, partes constituintes, nomenclatura floral   

02

Segunda-feira 20

Carnaval

-

Quarta – feira 22

Carnaval

-

Segunda – feira 27

Aula 7 – Exercícios de verificação da aprendizagem

02

 

Mês

Dia

Cronograma do Conteúdo Programático

Aulas

Março

Quarta – feira 01

Aula 8 - Flor: Importância, caracteres gerais, partes constituintes, nomenclatura floral/Reconhecimento do aparelho reprodutor

02

Segunda – feira 06

Aula 9 -  Nomenclatura floral

02

Quarta – feira 08

Aula 10 – Identificação de inflorescências

02

Segunda – feira 13

Aula 11 - Identificação de inflorescências

02

Quarta – feira 15

Aula 12 – Esporogênese

02

Segunda – feira 20

Aula 13 – Gametogênese

02

Quarta – feira 22

Aula 14 - A dupla fecundação nas angiospermas

02

Segunda – feira 27

Aula 15 - Polinização: mecanismo, definição, tipos.

02

Quarta – feira 29

Aula 16 - Exercícios de verificação da aprendizagem

02

 

Mês

Dia

Cronograma do Conteúdo Programático

Aulas

Abril

Segunda – feira 03

Aula 17 - Principais síndromes da polinização

02

Quarta – feira 05

Aula 18 - Fruto: Estudo, morfologia e classificação

02

Segunda – feira 10

Aula 19 - Fruto: Estudo, morfologia e classificação.

02

Quarta – feira 12

Aula 20 - Identificação de frutos

02

Segunda – feira 17

Aula 21 - Semente: Estudo e morfologia.

02

Quarta – feira 19

Aula 22 - Identificação de sementes

02

Segunda – feira 24

Aula 23- Identificação de sementes

02

Quarta – feira 26

Aula 24 -  Exercícios de verificação de aprendizagem

02

 

Mês

Dia

Cronograma do Conteúdo Programático

Aulas

Maio

Segunda – feira 01

Dia mundial do trabalho

-

Quarta – feira 03

Aula 25 - Atividade multidisciplinar

02

Segunda – feira 08

Aula 26 - VIII Colóquio Estadual de Pesquisa Multidisciplinar, VI Congresso Nacional de Pesquisa Multidisciplinar e IV Feira de Empreendedorismo

02

Quarta – feira 10

Aula 27 - VIII Colóquio Estadual de Pesquisa Multidisciplinar, VI Congresso Nacional de Pesquisa Multidisciplinar e IV Feira de Empreendedorismo

02

Segunda – feira 15

Aula 28 -   Folha: Partes constituintes/Folha simples, formas de limbo, tipos de limbo, tipos de ápice, tipos de base, nervação

02

Quarta – feira 17

Aula 29 -  Folha simples, formas de limbo, tipos de limbo, tipos de ápice, tipos de base, nervação

02

Segunda – feira 22

Aula 30 - Identificação de folhas, nervuras, filotaxia, duração das folhas, morfologia foliar.

02

Quarta – feira 24

Aula 31 - Caule: Origem, função, regiões, tipos, modificações e adaptações.

02

Segunda – feira 29

Aula 32- Identificação e classificação de caules

02

Quarta – feira 31

Aula 33 - Raiz: Origem, função, regiões, tipos.

02

 

Mês

Dia

Cronograma do Conteúdo Programático

Aulas

Junho

Segunda – feira 05

Aula 34 - Identificação e classificação de raízes

02

Quarta – feira 07

Aula 35 - Exercício de verificação da aprendizagem

02

Segunda – feira 12

Aula 36 - Espermatófitas: Origem, Evolução, Caracterização e descrição das principais famílias das Angiospermas e Gimnospermas.

02

Quarta – feira 14

Aula 37 - Técnicas de campo e herbário/Identificação botânica: Manejo de chaves.

02

Segunda – feira 19

Avaliação substitutiva

-