Para aqueles que são amantes da natureza...

"Este cerrado é um pouco como o nosso povo brasileiro. Frágil e forte. As árvores tortas, às vezes raquíticas, guardam fortalezas desconhecidas. Suas raízes vão procurar nas profundezas do solo a sua sobrevivência, resistindo ao fogo, à seca e ao próprio homem. E ainda, como nosso povo, encontra forças para seguir em frente apesar de tudo e até por causa de tudo"

Newton de Castro


sexta-feira, 1 de maio de 2020

Exercícios sobre respiração


1. Assista os vídeos:

2. Responda as questões propostas:
a. Qual o rendimento energético da respiração anaeróbica (glicólise) e da respiração aeróbica (ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa) partindo e de uma glicose?
b. Como atuam os chamados venenos respiratórios?
c. O que é determinante para que uma célula após a glicólise siga para a fase aeróbica ou para a fermentação?
d. O que defende  teoria da endossimbiose? Quais são as evidências?




Filo Anellida



1. Assistir o vídeo:
Aula de Anelídeos

2. Resolva as questões abaixo:
a. Quais são as características embrionárias e gerais do Filo annelida?
b. Qual foi a evolução do Filo annelida em relação ao grupo anterior?
c. Qual o principal estrutura de excreção? Qual é o tipo de excreta nitrogenada eliminada?
d. Quais são as classes pertencentes ao Filo Annelida e qual foi o critério utilizado para a classificação?
e. Quais as contribuições das oligoquetas para a agricultura?
f. Quais as contribuição dos aquetos para a medicina?



Aula Prática 07: Separação de pigmentos verdes e amarelos dos cloroplastos

1. Introdução: 

Os pigmentos envolvidos na fotossíntese são as clorofilas (há 3 tipos delas: a, b, c), os carotenóides e as ficobilinas. A clorofila b, carotenóides e ficobilinas constituem os chamados pigmentos acessórios. Conforme se verá mais adiante a energia absorvida pelos pigmentos é transferida para sítios bem definidos, localizados sobre a membrana tilacóide, os chamados centros de reação. Há dois centros de reação, um absorvendo em 680nm, e outro em 700nm, os quais interagem entre si através de transportadores de elétrons. É a partir da molécula de clorofila que absorve em 680 nm, que os elétrons oriundos da água são transferidos para a cadeia transportadora de elétrons da fotossíntese.

2. Objetivo: Visualização dos pigmentos separados em papel filtro.

3. Material: 

4. Procedimento:

a. Pique as folhas com uma tesoura e junte os pedaços com areia no almofariz. Coloque um pouco de acetona e homogeneize.

b. Filtre em algodão usando o funil de vidro.

c. Coloque o filtrado num becker pequeno.

d. Mergulhe na solução, a extremidade de um papel filtro (cortado em "T"), tomando cuidado para que o papel fique na vertical, não tocando o fundo nem as bordas. Após alguns minutos identifique os pigmentos (clorofila a é azul-esverdeada, clorofila b é verde-amarelada, caroteno laranja, xantofila amarela). Observe e desenhe o resultado.

5. Resultados: Faça um desenho esquemático dos resultados

6. Atividades:

1. Que tipos de pigmentos foram encontrados e por que usamos acetona?

2. Por que os pigmentos se separam no papel filtro?

3. Onde, dentro da célula estão os pigmentos hidrossolúveis e lipossolúveis? Quais participam da fotossíntese? 

Conteúdo:



Roteiro de Aula Prática nº. 5: Observação e classificação de tricomas.

1. Introdução:


Os tricomas são células especializadas que ocorrem na epiderme. São altamente variados em estrutura e função e que podem ser classificados em tectores (unicelulares, multicelulares, uni ou bi ou multisseriados, ramificados). Não produzem nenhum tipo de secreção e podem estar envolvidos na redução da perda de água por transpiração, em plantas que vivem ambiente xérico (secos), auxiliar na defesa contra insetos predadores e diminuir a incidência luminosa. Os tricomas secretores possuem um pedúnculo e uma cabeça (uni ou pluricelular) e, uma célula basal inserida na epiderme. São responsáveis pela produção de substâncias irritantes ou repelentes, substâncias viscosas para prender os insetos, substâncias aromáticas para atrair polinizadores.

2. Objetivos: Reconhecer a estrutura e a composição dos tricomas. 

Fazer a leitura do link:
Epiderme e suas formações - ver parte dos tricomas


Observar as imagens abaixo e identificar os tipos de tricomas. 

1. Tilandsia sp


2. Solenostemon scutellarioides
https://www.ibilce.unesp.br/#!/departamentos/zoologia-e-botanica/laboratorios/anatomia-vegetal/disciplinas/morfologia-vegetal/aulas-praticas/estruturasecretoras/

3. Solanum lycocarpum A. St.-Hil.

4. Solanum lycocarpum A. St.-Hil.



5. Solanum lycocarpum A. St.-Hil.

https://www.researchgate.net/figure/Figuras-1-5-Seccoes-paradermicas-da-folha-de-Solanum-lycocarpum-A-St-Hil-1-Epiderme_fig3_2635459


Questões

1. Qual a função atribuída aos tricomas?

2. Como estão classificados?





segunda-feira, 27 de abril de 2020

A área das Ciências da Natureza e a Base Nacional Comum Curricular: introdução

A área das Ciências da Natureza e a Base Nacional Comum Curricular.

1. Leia o texto:

A sociedade contemporânea está fortemente organizada com base no desenvolvimento científico e tecnológico. Da metalurgia, que produziu ferramentas e armas, passando por máquinas e motores automatizados, até os atuais chips semicondutores, ciência e tecnologia vêm se desenvolvendo de forma integrada com os modos de vida que as diversas sociedades humanas organizaram ao longo da história. No entanto, o mesmo desenvolvimento científico e tecnológico que resulta em novos ou melhores produtos e serviços também pode promover desequilíbrios na natureza e na sociedade. Para debater e tomar posição sobre alimentos, medicamentos, combustíveis, transportes, comunicações, contracepção, saneamento e manutenção da vida na Terra, entre muitos outros temas, são imprescindíveis tanto conhecimentos éticos, políticos e culturais quanto científicos. Isso por si só já justifica, na educação formal, a presença da área de Ciências da Natureza, e de seu compromisso com a formação integral dos alunos. Portanto, ao longo do Ensino Fundamental, a área de Ciências da Natureza tem um compromisso com o desenvolvimento do letramento científico, que envolve a capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico), mas também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências. Em outras palavras, apreender ciência não é a finalidade última do letramento, mas, sim, o desenvolvimento da capacidade de atuação no e sobre o mundo, importante ao exercício pleno da cidadania. Nessa perspectiva, a área de Ciências da Natureza, por meio de um olhar articulado de diversos campos do saber, precisa assegurar aos alunos do Ensino Fundamental o acesso à diversidade de conhecimentos científicos produzidos ao longo da história, bem como a aproximação gradativa aos principais processos, práticas e procedimentos da investigação científica. Espera-se, desse modo, possibilitar que esses alunos tenham um novo olhar sobre o mundo que os cerca, como também façam escolhas e intervenções conscientes e pautadas nos princípios da sustentabilidade e do bem comum. Para tanto, é imprescindível que eles sejam progressivamente estimulados e apoiados no planejamento e na realização cooperativa de atividades investigativas, bem como no compartilhamento dos resultados dessas investigações. Isso não significa realizar atividades seguindo, necessariamente, um conjunto de etapas predefinidas, tampouco se restringir à mera manipulação de objetos ou realização de experimentos em laboratório. Ao contrário, pressupõe organizar as situações de aprendizagem partindo de questões que sejam desafiadoras e, reconhecendo a diversidade cultural, estimulem o interesse e a curiosidade científica dos alunos e possibilitem definir problemas, levantar, analisar e representar resultados; comunicar conclusões e propor intervenções. Dessa forma, o processo investigativo deve ser entendido como elemento central na formação dos estudantes, em um sentido mais amplo, e cujo desenvolvimento deve ser atrelado a situações didáticas planejadas ao longo de toda a educação básica, de modo a possibilitar aos alunos revisitar de forma reflexiva seus conhecimentos e sua compreensão acerca do mundo em que vivem. Sendo assim, o ensino de Ciências deve promover situações nas quais os alunos possam:










Considerando esses pressupostos, e em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Ciências da Natureza – e, por consequência, o componente curricular de Ciências –, devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

1. Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como provisório, cultural e histórico. 

2. Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões científicas, tecnológicas, socioambientais e do mundo do trabalho, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. 

3. Analisar, compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico (incluindo o digital), como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curiosidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza. 

4. Avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor alternativas aos desafios do mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho. 

5. Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de vista que promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza. 

6. Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva e ética. 

7. Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreendendo-se na diversidade humana, fazendo-se respeitar e respeitando o outro, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias. 

8. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tecnológicas e socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.

Referência:

2. Assista os vídeos. O primeiro está alinhado com a BNCC e o segundo, é mais antigo e fala dos PCNs. Reflita sobre o que realmente mudou.



sábado, 25 de abril de 2020

Exercícios sobre o mecanismo de ação de herbicidas que atuam na fotossíntese


1. Assistir os vídeos:
Inibidores do Fotossistema II
Inibidores de Fotossíntese I

2. Fazer a leitura do artigo:

3. Descrever o mecanismo de ação dos herbicidas que atuam durante a fase fotoquímica da fotossíntese.





Roteiro de Aula Prática nº. 4: Observação e classificação de cristais.



1. Introdução:

Cristais são produtos finais do metabolismo da célula e normalmente ocorrem nos vacúolos. Diferem entre si na forma e na composição química que podem ser de oxalatos de cálcio (drusas, ráfides, monocristais e areia cristalina) ou carbonatos de cálcio (cistólitos).

2. Objetivos: Reconhecer a estrutura e a composição dos cristais. 


Fazer a leitura do link:

Cristais de sais de cálcio


Observar as imagens abaixo e identificar os tipos de cristais 


1. Diffenbachia amoena


2. Garcinia brasiliensis Mart. (Clusiaceae)

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-05722013000300013


3. Monstera deliciosa


4. Ficus sp.


5. Portulaca oleracea L.

Questões

1. Qual a função atribuída aos cristais?

2. Em que tipo de células é mais comum?