Para aqueles que são amantes da natureza...

"Este cerrado é um pouco como o nosso povo brasileiro. Frágil e forte. As árvores tortas, às vezes raquíticas, guardam fortalezas desconhecidas. Suas raízes vão procurar nas profundezas do solo a sua sobrevivência, resistindo ao fogo, à seca e ao próprio homem. E ainda, como nosso povo, encontra forças para seguir em frente apesar de tudo e até por causa de tudo"

Newton de Castro


segunda-feira, 13 de abril de 2020

Aula Prática 04: Teste do pH utilizando a antocianina



1. Introdução: Teste do pH utilizando a antocianina.

O Potencial Hidrogeniônico (pH) consiste num índice que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade de um meio qualquer. As substâncias em geral, podem ser caracterizadas pelo seu valor de pH , sendo que este é determinado pela concentração de íons de Hidrogênio (H+). Quanto menor o pH de uma substância, maior a concentração de íons H+ e menor a concentração de íons OH-. Os valores de pH variam de 0 a 14 e podem ser medidos através de um aparelho chamado phmetro, mas podemos medir o pH (com menos precisão) com o uso de indicadores. Mas o que é um indicador? É uma substância que revela a presença de íons hidrogênio livres em uma solução, ele muda de cor em função da concentração de H+ e de OH- de uma solução, ou seja, do pH.
A antocianina é um pigmento hidrossolúvel presente em muitos vegetais que indica o caráter ácido-básico de uma substância ou solução através da mudança na coloração conforme tabela abaixo:


Cor da solução 

Caráter da solução 

Vermelha 

Ácida forte  

Rosa 

Ácida moderada 

Roxa 

Ácida fraca 

Azul 

Neutra 

Verde 

Base fraca 

Verde-amarelada 

Base forte 





2. Objetivo: Identificar o pH de várias soluções.
3. Material:
4. Procedimento:

a. Obter através da fervura de repolho roxo a solução indicadora ácido-básica.
b. Distribuir substâncias diversas (sabão, alvejante, refrigerante, água etc.) em copinhos descartáveis.
c. Pingar uma gota de solução indicadora ou mergulhar o papel indicador.
d. Observar e anotar a reação.

5. Resultados:

Complete o quadro abaixo e identifique o caráter da solução

Solução 

Cor 

Caráter da solução 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


6. Atividade:

a. Explique o que ocorreu.

Assistir o vídeo: 


Flores com antocianinas:








domingo, 12 de abril de 2020

Coisas que você pode fazer para melhorar seu ambiente de estudo ou trabalho



1. Siga as dicas:

      • Organize a sua mesa e seu ambiente de trabalho em local distante do movimento da casa;
      • Crie uma rotina que mantenha as suas atividades principais
      • Seja organizado e certifique-se que está tudo funcionando;
      • Procure por móveis ergonômicos e tenha cuidado com a sua postura;
      • Defina seus horários de trabalho e faça intervalos de 10 minutos a cada 50 minutos de trabalho;
      • Estabeleça metas diárias;
      • Planeje a sua alimentação e evite comer o tempo todo; 
      • Não se perca nos afazeres domésticos;
      • Afaste tudo que atrapalha a sua concentração (rede social, telefone celular, email e a televisão)
      • Procure um local bem ventilado e bem iluminado;
      • Evite trajes desleixados, mesmo que você vá ficar em casa, se arrume como se fosse sair;
      • Faça um pacto com sua família delimitando o seu tempo e espaço;
      • Em uma aula reunião ou aula online, não chegue atrasado.


      Se não está em Home office então...

      2. Leia bons livros       




      3. Faça exercícios


                                                                                              

      4. Faça um curso de inglês online (grátis)


      81 aulas inteiramente grátis e de excelente qualidade

      5. Explore obras de arte e os museus do mundo







      Filo Mollusca


      2. Responder as questões propostas:

      1. Quando ocorreu e com qual objetivo se deu a importação da espécies exótica Achatina fulica?
      2. O que levou a espécie Achatina fulica ter sucesso reprodutivo no Brasil?
      3.Qual a ameaça sanitária descrita no artigo? Comente.
      4. De que forma o verme causador da meningite eosinófila pode ser transmitida?
      5. Quais as plantas mais susceptíveis ao ataque da Achatina fulica?
      6. O que foi proposto no trabalho como medida de controle? O que funcionou?


      Roteiro de Aula Prática 2: Observação de Plastos ou Plastídeos

      1. Introdução:
      Plastos ou plastídio provavelmente é a melhor denominação usada para descrever organelas típicas de células vegetais, uma vez que o nome indica a plasticidade tanto da estrutura quanto de função. São organelas delimitadas por duas membranas e contém DNA e ribossomos, tem capacidade de auto-replicação e apresentam parte da maquinaria genética e consideradas organelas semi-autonôma. Os plastídios não-pigmentados ou leucoplastos são conhecidos os amiloplastos (amido), oleoplastos (lipídios) e os proteoplastos (proteínas). Eles caracterizam-se pela ausência de pigmentos e por armazenar substâncias de reserva.
      Cromoplastos são plastídios pigmentados que acumulam carotenóides. Eles conferem coloração vermelha, amarela e alaranjada a muitas flores e folhas velhas, alguns frutos e algumas raízes. Sua função precisa não é bem conhecida, embora eles comumente sejam associados à atração de animais polinizadores ou dispersores de sementes. Participam da fotossíntese como pigmentos auxiliares.
      Os cloroplastos são plastídios pigmentados, cujo pigmento predominante é a clorofila, e que ocorrem principalmente em folhas, frutos e caules jovens, nos tecidos expostos à luz. Estão envolvidos nas reações energéticas dentro da célula como na fotossíntese e na formação de amido temporário, síntese de lipídeos e atividade nitrato-redutase.

      2. Objetivos: Reconhecer os cromoplastos e leucoplastos.
      Confirmar a presença de amido nos amiloplastos através do teste do lugol.

      segunda-feira, 6 de abril de 2020

      Exercícios sobre Nutrição Mineral de plantas

      Nutrição Mineral de plantas (macronutrientes)

      1. Fazer a leitura do texto do link:

      2. Assistir o vídeo:


      3. Responda as questões proposta:

      a. Qual a relação da mobilidade com o local de visualização dos sintomas de carência na planta?
      b. Complete a tabela (reproduza no word relacionando as funções mais importantes):

      Macronutriente
      Função
      Sinais e sintomas de carência
      Mobilidade dentro da planta
      Forma de absorção
      Nitrogênio




      Fósforo




      Potássio




      Enxofre




      Magnésio




      Cálcio





      Nutrição Mineral de plantas (micronutrientes)

      1. Fazer a leitura do texto do link:

      2. Assistir o vídeo:


      3. Responda as questões proposta:
      a. O vem a ser sinergismo e antagonismo na nutrição mineral de plantas?
      b. Complete a tabela (reproduza no word relacionando as funções mais importantes):


      Micronutriente
      Função
      Sinais e sintomas de carência
      Mobilidade dentro da planta
      Forma de absorção
      Boro




      Cloro




      Cobre




      Ferro




      Manganês




      Molibdênio




      Zinco




      Cobalto




      Sódio




      Níquel






      Base Nacional Comum Curricular - Os campos de experiências: O eu, o outro e o nós.

      Introdução

      Os fundamentos pedagógicos apresentados pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular) está estruturada de modo a explicitar as competências que devem ser desenvolvidas ao longo de toda a Educação Básica e em cada etapa da escolaridade, como expressão dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos os estudantes. As aprendizagens estão organizadas por etapas expressas por códigos alfanuméricos. 

      Ao longo da Educação Básica – na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, os alunos devem desenvolver as dez competências gerais da Educação Básica, que pretendem assegurar, como resultado do seu processo de aprendizagem e desenvolvimento, uma formação humana integral que vise à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Para a educação infantil temos:









      Para a Educação Infantil, os campo de experiências (O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações) se organizam em três grupos por faixas etárias (Bebês - zero a 1 ano e 6 meses, crianças bem pequenas - 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses e crianças pequenas - 4 anos a 5 anos e 11 meses) nas quais estão detalhados os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Em cada linha da coluna, os objetivos definidos para os diferentes grupos referem-se a um mesmo aspecto do campo de experiências. Observe e entenda a sequencia alfanumérica:










      A Educação Infantil no contexto da Educação Básica

      Como primeira etapa da Educação Básica, a Educação Infantil é o início e o fundamento do processo educacional que significa, na maioria das vezes, a primeira separação das crianças dos seus vínculos afetivos familiares para se incorporarem a uma situação de socialização estruturada na concepção indissociável do educar e cuidar do processo educativo. Nesse contexto, as creches e pré-escolas têm o objetivo de ampliar o universo de experiências, conhecimentos e habilidades das crianças, diversificando e consolidando novas aprendizagens, atuando de maneira complementar à educação familiar – especialmente quando se trata da educação dos bebês e das crianças bem pequenas. 
      O brincar caracteriza o cotidiano da infância, trazendo consigo muitas aprendizagens e potenciais para o desenvolvimento integral das crianças. Ao observar as interações e a brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das frustrações, a resolução de conflitos e a regulação das emoções. Tendo em vista os eixos estruturantes das práticas pedagógicas e as competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento asseguram, na Educação Infantil, as condições para que as crianças aprendam em situações nas quais possam desempenhar um papel ativo em ambientes que as convidem a vivenciar desafios e a sentirem-se provocadas a resolvê-los, nas quais possam construir significados sobre si, os outros e o mundo social e natural.

      Direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil.

      • Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas. 
      • Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais. 
      • Participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando. 
      • Explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia. 
      • Expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens. 
      • Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.

      Importante:

      1. A criança é um ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz julgamentos e assimila valores e que constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social não deve resultar no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvolvimento natural ou espontâneo e há necessidade de prática pedagógica educativa. 

      2. A prática pedagógica precisa permitir que as crianças conheçam a si e ao outro e compreenda as relações com a natureza, com a cultura e com a produção científica através dos cuidados pessoais (alimentar-se, vestir-se, higienizar-se), nas brincadeiras, nas experimentações com materiais variados, na aproximação com a literatura e no encontro com as pessoas. 

      3. O educador deve refletir, selecionar, organizar, planejar, mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno das crianças. 

      4. O educador deve acompanhar e observar a trajetória de cada criança e de todo o grupo – suas conquistas, avanços, possibilidades e aprendizagens por diversos registros (como relatórios, portfólios, fotografias, desenhos e textos) sem a intenção de classificação de crianças (“aptas” e “não aptas”, “prontas” ou “não prontas”, “maduras” ou “imaturas”) mas de reunir elementos para reorganizar tempos, espaços e situações que garantam os direitos de aprendizagem de todas as crianças.

      Campos de experiências

      As aprendizagens e o desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se, que são orientados através dos cinco campos de experiências (O eu, o outro e o nós, corpo, gestos e movimentos, traços, sons, cores e formas, escuta, fala, pensamento e imaginação, espaços, tempos, quantidades, relações e transformações).
      O eu, o outro e o nós – É na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista. Conforme vivem suas primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, na coletividade), constroem percepções e questionamentos sobre si e sobre os outros, diferenciando-se e, simultaneamente, identificando-se como seres individuais e sociais. Ao mesmo tempo que participam de relações sociais e de cuidados pessoais, as crianças constroem sua autonomia e senso de autocuidado, de reciprocidade e de interdependência com o meio. Por sua vez, na Educação Infantil, é preciso criar oportunidades para que as crianças entrem em contato com outros grupos sociais e culturais, outros modos de vida, diferentes atitudes, técnicas e rituais de cuidados pessoais e do grupo, costumes, celebrações e narrativas. Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos. Observe o quadro abaixo:

      Referências:


      2. Assista os vídeos:


      Sugestões de atividades: